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- Frei Joao Jose Pedreira de Castro | Editora Triregnum
Frei João José Pedreira de Castro Nascido em 26 de junho de 1896, em Petrópolis, no palacete construído pelo seu pai (ainda hoje existente, na Rua Monsenhor Bacelar n. 297), João José Pedreira de Castro — mais tarde conhecido como Frei João José — emergiu de uma família de notável tradição intelectual e religiosa. Seus pais, Jerônimo de Castro Abreu Magalhães e Elisa de Bulhões Pedreira Magalhães, pertenciam a linhagens distintas, entrelaçando as heranças dos Pedreira, com raízes em Viana do Castelo, Portugal, e dos Castro, de origem ibérica. Essa fusão de culturas e valores influenciou profundamente a formação de Frei João José, moldando seu caráter e vocação: era paciente, meticuloso, de uma nobreza de virtude e trabalho apostólico inigualáveis. Na sua cultura, distinção e interesse pelas coisas de Deus se assemelhou extremamente a seus pais, falecidos em odor de santidade. Demonstrando, assim como todos os seus irmãos, pendor vocacional, aos 17 anos, ingressou na Escola Apostólica dos Jesuítas em Itu, São Paulo, onde permaneceu de 1910 a 1912. Em 1913, transferiu-se para o Colégio Seráfico dos Franciscanos em Blumenau, Santa Catarina, iniciando sua jornada na Ordem dos Frades Menores. Recebeu o hábito em Rodeio, pelas mãos do Frei Policarpo Schuhen em 17 de janeiro de 1914, e professou seus votos simples exatamente um ano depois. Após estudos filosóficos em Curitiba, fez os votos solenes em 1918 pelas mãos do então Guardião, mais tarde Bispo de Campanha, Dom Inocêncio Engelke. Dom João Francisco Braga lhe conferiu ordens menores a 02 de fevereiro de 1918 e o subdiaconato no dia seguinte, em Curitiba. Passou então a residir no convento de sua terra natal, Petrópolis, onde fez os estudos teológicos, recebendo o diaconato a 26 de outubro de 1918, de Dom Agostinho Francisco Bennassi, Bispo de Niterói. Com a dispensa de cinco meses sobre a idade canônica, foi ordenado presbítero pelo mesmo Sr. Bispo em Petrópolis, a 18 de abril de 1920. Em atenção aos seus talentos e inclinações, foi enviado a Roma para estudo de Ciências Bíblicas. Não se deu bem na Cidade Eterna, onde permaneceu apenas de 1º de outubro de 1920 até 1º de agosto de 1921. Seguiu para Munique, Alemanha, onde estudou sob a orientação do renomado professor Goetzberger e onde permaneceu até 25 de julho de 1924. Durante esse período, foi diagnosticado com diabetes em estado avançado, recebendo prognóstico de vida limitado. Terminados seus estudos lecionou até 1924 no Colégio Brasileiro Franciscano de Moresnet, na Bélgica, onde provavelmente teve contato com os originais da Bíblia de Maredsous. Retornando à Petrópolis por volta de 1925, continuou o magistério, sendo professor de Ciências Bíblicas na Faculdade Franciscana durante 25 anos, formando mais de 300 padres, dentro deles o futuro Cardeal de São Paulo: Dom Evaristo Arns. De 1927 a 1950, lecionou Ciências Bíblicas no Teologado de Petrópolis, influenciando gerações de sacerdotes com sua erudição e profundidade espiritual. Sua metodologia destacava-se pela utilização direta dos textos sagrados, dispensando livros auxiliares, e por uma abordagem que mesclava rigor acadêmico com profunda espiritualidade. A 30 de março de 1951 foi transferido para São Paulo, onde fundou o Centro Bíblico em 1956 e iniciou um curso de Sagrada Escritura por correspondência, alcançando participantes em todo o Brasil. Nesse período, também colaborou na tradução da Bíblia para o português junto ao Frei Paulo Avelino de Assis (colaboração que ocorreu, embora não declarada), cuja publicação foi efetivada pela Editora Ave Maria, a partir da já citada versão dos monges de Maredsous. A editora, pertencente aos Missionários do Coração de Maria, levou a termo um sonho alimentado pelo frei e inspirado pela encíclica de S.S. Pio XII chamada Divino Afflante Spiritu, que recomendava novas traduções, mais rigorosas e de impacto mais amplo, da Sagrada Escritura, no propósito de fazer divulgar intensamente o Santo Evangelho. Conforme consta na introdução da Bíblia Ave-Maria, havia no Brasil, especialmente, carência de novas edições e facilidade de famílias humildes adquirem e lerem a bíblia, uma vez que as traduções que circulavam no Brasil eram portuguesas, de autoria ou do Rev. Pe. Soares (excelente, aliás) ou do Rev. Pe. Figueiredo. De fato, após o lançamento da Ave-Maria, dezenas de milhares de bíblias foram vendidas em menos de um ano, o que representou um número inaudito. Sua atuação incansável na promoção do estudo bíblico o levou a percorrer o país, realizando as chamadas "Semanas Bíblicas", com destaque para janeiro de 1959, quando proferiu 87 conferências em apenas 23 dias. Em reconhecimento a seu trabalho, foi aclamado como o "Pioneiro do atual Movimento Bíblico no Brasil" durante o Congresso Nacional da Bíblia em 1961. Dentre muitas das suas criatividades, pode-se destacar a criação do Grêmio Rogério, uma espécie de pré-Seminário para recolher vocações sacerdotais, dando assim ensejo à Província Franciscana para o aproveitamento da sua idéia e posterior fundação em Guaratinguetá, cidade paulista, de um Seminário Franciscano. Também, foi um profundor incentivador do teatro religioso, fundando inclusive, em Petrópolis, o Teatro Mariano, de dimensões consideráveis para a época, além de compor inúmeras peças de teatro sacro encenadas até hoje, tão notável é sua qualidade. Mesmo enfrentando severas limitações físicas, como a progressiva perda da visão e agravamento da diabetes, Frei João José manteve-se ativo em sua missão até seus últimos dias, embora sofresse já com alguma surdez e visão prejudicadas. Transferido para Tremembé em 1961, veio a falecer em 30 de maio de 1962, com gangrena em seus pés. Rogando que rezassem o terço com ele, sob profunda emoção, teve de suportar com paciência heroica dores dilacerantes, paciência que impressionou a equipe médica, que confessou jamais ter visto tamanha resignação. Morreu o Frei João José repetindo: “Meu Deus e meu tudo. Mãezinha do céu eu não sei rezar, só sei dizer quero te amar, e quero agora ir contigo. Aproxima-se a morte, seja então feita a tua Santíssima vontade”. Antes de falecer, porém, sabe-se, por inúmeros escritos, que em sua passagem pela Europa o Frei João José teve um episódio místico com Nossa Senhora, ignorado por ele à época por pensar ser fruto de sua enfermidade. Mas este episódio se repetiu mais tarde, quando Nossa Senhora o instou a erigir um trono em Petrópolis. Sob o incentivo da população, em 1947 o frei deu início à obra, solicitando o projeto arquitetônico ao também construtor do Cristo Redentor, Heitor da Silva Costa. A imagem de Nossa Senhora de Fátima, em destaque no centro do monumento, foi esculpida em Pietrasanta, na Itália, por Enrico Arrighini. A estátua é feita em mármore branco, medindo 3,5 m de altura e pesando quatro toneladas. Sobre a cúpula do trono fica a imagem do anjo Gabriel, com 1m de altura. Ao todo, o trono tem 14m de altura. Por fim, por ocasião da inauguração, tanto alguns fiéis observaram nuvens em formato de bouquet (era um dia chuvoso), como também um arco-íris se formou próximo ao local. Sua vida, marcada por dedicação, erudição e espiritualidade, deixou um legado duradouro na formação teológica e na promoção do estudo das Escrituras no Brasil. Segundo o Frei Constantino Koser, de quem parafraseamos parte do texto acima, "Foram quase 25 anos os de professorado de Ciências Bíblicas em Petrópolis. É indiscutível que esta atividade marcou de modo especial a vida e a personalidade de Frei João José. As grandes turmas da Província, nos anos 30 e começos de 40, passaram por sua mão, e são assim muitas dezenas de sacerdotes os que dele receberam a sua formação no que concerne à Sagrada Escritura. Frei João José foi homem de grandes dotes oratórios. Foram numerosos os sermões vibrantes e bem construídos que pronunciou. Mas preferia uma oratória menos sensacionalista. Via de regra pregava em tom familiar, explicava doutrina, vivia de passagens da Sagrada Escritura, que interpretava magistralmente, com finíssimo colorido de ambiência. Muitos retiros pregou, e para pregá-los levava a Sagrada Escritura, fazia sua disposição e ia falando. A facilidade com que se exprimia e com que ia “tecendo” o seu sermão era tamanha, que por vezes causava a impressão de ser desatencioso. Na realidade, porém, estava impregnado de um profundo sentimento de responsabilidade pela palavra e de acordo com este sentimento agia. Pode-se dizer que Frei João José se caracterizava pela moderação. Não exagerava, nem gostava de exageros, era muito reservado diante de extravagâncias. No comer, no vestir, no morar, nos objetos de uso, no movimentar-se, no falar, nas exigências, nas relações, em tudo se notava esta forte moderação. Um homem do meio, não dos extremos. Por isso mesmo sua espiritualidade também era de moderação, não de grandes arroubos nem de grandes depressões. No entanto, o confrade era de têmpera extraordinária de vontade. Com menos têmpera, teria cedido à enfermidade e teria ficado se tratando, esperando a morte. Quantas vezes estava com o teor de açúcar no limite, à beira de estado de coma, exausto, e no entanto continuava intrépido, sem se queixar, sem falar da doença! Nesta característica geral de moderação se contém ainda a vida interior do confrade, particularmente a oração. Sua vida interior, por ser intensa, era toda de cunho apostólico: o bem das almas não o largava. Daí seu zelo inquebrantável, vencedor de todos os empecilhos que a enfermidade lhe opunha à ação. Da união com Deus e do zelo de almas nascia uma enorme capacidade de dedicação a outros e de amizade. Alimentava-se mais que tudo da Bíblia. Lia muito e muitos livros, mas lia sempre de novo e tornava constantemente à Sagrada Escritura. A espiritualidade de Frei João José estava inteiramente dominada pela imagem de Deus bom, misericordioso, complacente, compreensivo, mas também justo e Senhor. Para com Deus tinha uma relação muito pessoal, muito intensa, acesso fácil e constante. Vivia “em Deus”. Frei João José, foi sem dúvida uma das grandes figuras humanas, de confrade, de sacerdote, de professor, de homem de iniciativa, de homem espiritual de nossa Província."
- SÃO DOMINGOS SÁVIO | Editora Triregnum
São Domingos Sávio.jpg São Domingos Sávio.jpg São Domingos Sávio.jpg São Domingos Sávio.jpg 1/3 ENVIE UMA ERRATA São Domingos Sávio por Autor Desconhecido Conhecendo a vida de São Domingos Sávio também conhecemos o reflexo da vida de Dom Bosco, bem como dos alunos de sua escola de santidade, pois que a sã virtude do Bispo alimentava com seu valoroso exemplo àqueles seus alunos que um dia alcançariam o céu, conforme sonho que o mesmo Dom Bosco teve. Livrinho especialmente indicado para as crianças, que poderão experimentar a suavidade e a determinação do exemplo de São Domingos. COMPRAR Sinopse São Domingos Sávio, modelo perfeito de estudante, tem sua vida narrada com pureza e simplicidade nesta pequena obra, fruto das Escolas Salesianas. Nela observamos como o adolescente Domingos, cuja fama de santidade apenas crescia diante de seus conhecidos, é convidado por um sacerdote de sua paróquia a ingressar na escola do famoso bispo italiano D. Bosco, que não tarde em lhe demonstrar simpatia diante da vida exemplar, ideal fixo de santidade que emana do pequeno filho do vilarejo de Riva, pertencente a Castelnuovo d'Asti. Conhecendo a vida de São Domingos Sávio também conhecemos o reflexo da vida de Dom Bosco, bem como dos alunos de sua escola de santidade, pois que a sã virtude do Bispo alimentava com seu valoroso exemplo àqueles seus alunos que um dia alcançariam o céu, conforme sonho que o mesmo Dom Bosco teve. Livrinho especialmente indicado para as crianças, que poderão experimentar a suavidade e a determinação do exemplo de São Domingos. Características Título original São Domingos Sávio Selo editorial Triregnum Acabamento Brochura Tipo de papel Pólen Natural - 80g Laminação da capa Fosco Páginas 152 pgs. Tamanho 11 x 18 cm ISBN 978-65-84894-16-7
- autores | Editora Triregnum
NOSSOS AUTORES O Grupo Editorial Triregnum têm o privilégio de contar com uma miríade de autores gabaritados, selecionados pelo nosso conselho editorial por atenderem superlativamente nossos critérios de publicação. Desde famosos bispos até espiritualistas desconhecidos no Brasil, trouxemos a lume o que de melhor produziu a Santa Igreja em todo o mundo, nos empenhando em que nossas edições físicas reflitam exatamente a grandiosidade das obras destes mesmos autores. Possam nossos leitores apreciarem nossos esforços pioneiros em favor da boa literatura católica. ACERVO DE AUTORES A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | X | W | Y | Z A Fr. Afonso Maria, O.C. Santo Afonso Maria de Ligório Baronesa Ana von Krane D. Antônio de Castro Mayer D. Antônio de Macedo Costa Santo Antônio de Maria Claret Exc. António de Oliveira Salazar Monsenhor Ascânio Brandão Abadia de Solesmes B Com. Bartolo Longo São Bento de Núrsia C D Dom Denis Martin D. Vital Maria Gonçalves de Oliveira E Edivaldo Gomes F Frank Duff Rev. Pe. Fernando Pedreira de Castro G Rev. Pe. Gabriel Martin Rev. Pe. Gabriel de Santa Maria Madalena Rev. Pe. Geraldo Pires de Sousa D. Geraldo de Proença Sigaud Gustavo Barroso Rev. Pe. Guilherme Hünermann H I J Rev. Pe. Jerônimo Pedreira de Castro São João Bosco Frei João José Pedreira de Castro Mons. Jean-Joseph Gaume K L Rev. Pe. Leonel Franca Rev. Pe. Liagre M D. Marcel Lefebvre N O P Pedro Calmon Q R Fr. Reginald Garrigou-Lagrange, O.P. S T Dom Tomás de Aquino, O.S.B. U V W X Y Z A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X W Y Z
- Fr. Afonso Maria, O.C. | Editora Triregnum
Fr. Afonso Maria, O.C. Em construção...
- A Mística da Ordem | Triregnum
Conheça antecipadamente o lançamento da Editora Triregnum, a biografia da fundadora brasileira da congregação Companhia da Virgem, pelo teólogo Rev. Pe. Garrigou-Lagrange. Uma santa fundadora desconhecida Filha ilustríssima da Terra de Santa Cruz e nona herdeira dos barões do Rio Negro, Francisca Carvalho do Rio Negro passou para a eternidade com o nome religioso de Madre Francisca de Jesus. Nascida em Petrópolis no ano de 1877, o belo rebento da nobreza se mudou junto à sua família para Paris quando do fim da monarquia brasileira. Piedosa, devota e enlevada no coração do Divino Esposo, Francisca entregará sua virgindade a Nosso Senhor através de um voto secreto realizado ainda na adolescência. Alma eleita à vida religiosa, padeceu duras provas em sua fundação, a Companhia da Virgem : desde a oposição da família até calúnias e chagas verdadeiramente excruciantes, padecimentos que ocasionaram sua morte. Um sacerdote, seu confessor, foi testemunha ocular de sua vida e decorrido o falecimento desta fundadora, registrou por escrito tudo o que observou. Estamos falando de ninguém menos que o famosíssimo teólogo francês Ir. Reginald Garrigou-Lagrange, O.P.. A obra que apresentamos não trata tão-somente de uma religiosa brasileira do século XIX, mas de uma mística cuja vida de sofrimentos a fez candidata aos altares. QUAL FOI A SUA FUNDAÇÃO? Âncora 1 UMA FUNDAÇÃO ROMANA, POR UMA BRASILEIRA A origem do Mosteiro remonta a um chamado de Deus dirigido à Madre Francisca de Jesus (Francisca Bernardina de Carvalho do Rio Negro). Em 13 de dezembro de 1910, ela, aconselhada pelos seus confessores e com a santa ousadia de uma serva da Igreja, se dirigiu ao Vaticano e recebeu acolhimento e incentivo do Santo Padre São Pio X para a fundação, com a orientação de que iniciasse seus trabalhos em Roma. Madre Francisca estabeleceu como lema a frase “Christo et Ecclesiae”, que permanece como a divisa do Mosteiro da Virgem até hoje e queria dedicar as orações diárias das poucas religiosas que compunham seu grupo pelas vocações sacerdotais. A fundação teve início em um apartamento na Vila Patrizi, próximo à Porta Pia, ainda com a oposição de sua família, que enxergava na bela jovem uma futura mãe de família. Em 19 de março de 1918, a comunidade foi transferida para a Via Tusculana, onde foi construída uma pequena igreja dedicada à Imaculada Conceição. O local recebeu o nome de Priorado da Virgem e foi idealizado como o primeiro mosteiro da congregação. A vida monástica logo se estruturou inicialmente conforme a espiritualidade dominicana, da qual, em 1923, se filiou. Contudo, as religiosas sentiram a necessidade de retomar a inspiração original da Companhia da Virgem . Assim, em 1931, foi solicitado e obtido o desmembramento da Ordem. Madre Francisca faleceu em 28 de maio de 1932, falecendo em odor de santidade e sofrendo dores excruciantes devido à doença de Basedow. A iniciativa de trazer a Companhia da Virgem para o Brasil partiu da esposa do Embaixador Luiz Guimarães, então representante brasileiro junto à Santa Sé. A transferência foi oficializada por meio de um documento assinado pelo Visitador Apostólico, Pe. Lázaro d’Arbonne, em 20 de setembro de 1937. O QUE ESTE LIVRO CONTA? Âncora 2 O que torna este livro único? A obra Mère Françoise de Jésus: fondatrice de la Compagnie de la Vierge (1877-1932) , título original em francês, é praticamente o exclusivo testemunho ocular desta vida oculta da Madre Francisca. Devido ao fato de ter o desenvolvimento de sua história em Roma e nacionalidade também francesa, a Madre Francisca e sua obra eram de conhecimento restrito apenas a um pequeno círculo de religiosos e fiéis da França e da Itália, não obstante os méritos desta filha de Petrópolis. Um jovem religioso dominicano, que foi seu confessor em Roma, o Rev. Pe. Garrigou-Lagrange, ficou tão impactado pela excelsa santidade de Madre Francisca que coligiu, após a morte da madre, escritos e testemunhos, lançando um de seus primeiros livros, este que tornou-se o único registro hagiográfico conhecido da madre brasileira. Sua oblação e expiação modelares não passaram desapercebidos pelo clero romano e inúmeros prelados prestaram as devidas honras a Madre Francisca pelo seu abrasado amor a Nosso Senhor Jesus Cristo, ao Santo Padre e seus sacerdotes. Aliás, já neste livro o Pe. Garrigou-Lagrange traz em nota um primeiro milagre atribuído à Madre, ricamente documentado. Modelo para as vocações femininas e, sobretudo, para religiosos e padres em sua devoção ao sacerdócio, Madre Francisca entregou toda a sua vida e esforços como um sacrifício completo pelos representantes de Cristo na terra. E com mais este título, a Editora Triregnum honra o modelo de santidade da Madre Francisca, ainda tão oculto para a Tradição católica no Brasil. GARANTIR MEU EXEMPLAR Âncora 3 Eu li duma só vez as páginas que vós consagrais à biografia de Madre Francisca, à análise de suas virtudes, assim como os trechos de seus escritos. Eu os acho muito comoventes e perfeitamente ortodoxos. Basta que eu e o Pe. Garde tenhamos lido e aprovado. Está anexado o nihil obstat. Eu confesso que essa leitura me fez bem. Ela dá a impressão de uma alma profundamente desprendida dela mesma e apegada a Nosso Senhor, ainda que conservando sua forte personalidade. Não há nada de banal nisso, nem de conto irreal; é o som puro de uma alma que fala do que experimentou no sofrimento. Nada mesquinho também, e muito menos afeminado. É uma mulher que escreve e age virilmente. Há almas que estão enterradas, por assim dizer, no corpo delas; há outras que ressuscitam mesmo o corpo tendo sido enterrado. A alma de Madre Francisca parece mais viva do que nunca. M. S. Gillet, O. P., um dos censores da obra, responsável pelo Nihil Obstat. Acabo de ler seu manuscrito: Madre Francisca de Jesus . Fiquei muito edificado e acho que a publicação fará bem às almas e poderá inspirá-las a de boa vontade seguir essa vocação de oração e sofrimento pelas grandes intenções da Igreja. A devoção ao Sacerdócio de Nosso Senhor é particularmente cativante. Por fim, vós escrevestes tudo com uma grande discrição. Fr. Thomas, Garde, O. P., um dos sacerdotes que aprovaram a publicação da obra. O QUE ENTREGAMOS? Cuidamos com carinho para imprimir uma obra condigna à grandeza deste exemplo de santidade: Impressão em brochura em uma das gráficas mais qualificadas do país; Nova tradução, rigorosamente revisada; Papel Pólen natural 80g, que garante legibilidade superior; 172 páginas, em formato A5, trazendo conforto à leitura e durabilidade; Capa em cartão couché 300 gramas, com revestimento fosco, garantindo resistência mecânica e manuseio prazeroso; Fonte escolhida a dedo e editoração clássica; Anexos fotográficos restaurados digitalmente; Preço justo e kits competitivos. GARANTIR MEU EXEMPLAR APROVEITE AGORA E OBTENHA ESTA PRECIOSIDADE Âncora 4 Adquira 1 (um) exemplar + 1 (um) marcador de páginas. Desconto exclusivo de 23% Desconto adicional de 4% no Pix de R$ 64,90 por R$ 49,90 COMPRAR COMPRA SEGURA x 1 PRESENTEIE SEU FAMILIAR OU AMIGO COM ESTE KIT! Adquira 2 (dois) exemplares + 2 (dois) marcadores de páginas + 2 (dois) Detêm-te. Frete fixo de R$ 9,90 Desconto exclusivo de 30% Desconto adicional de 4% no Pix de R$ 129,80 por R$ 89,90 COMPRAR COMPRA SEGURA x 2 Adquira 3 (três) exemplares + 3 (três) marcadores de páginas + 3 (três) Detêm-te. Frete fixo de R$ 9,90 Desconto exclusivo de 30% Desconto adicional de 4% no Pix de R$ 194,70 por R$ 134,90 COMPRAR COMPRA SEGURA x 3 2014 - 2025 ® Editora Triregnum & Editora Suisse - CNPJ: 28.147.024/0001-97 Todos os direitos reservados mediante depósito legal.
- PEQUENO MANUAL DE ORAÇÕES | Editora Triregnum
Pequeno Manual de Orações.png Pequeno Manual de Orações.png Pequeno Manual de Orações.jpg Pequeno Manual de Orações.png 1/3 ENVIE UMA ERRATA Pequeno Manual de Orações por Um Monge Fruto de parceria com as Edições do Mosteiro da Santa Cruz, o Pequeno Manual de Orações é um compêndio muitíssimo útil de orações e meditações destinados ao uso diário dos fiéis ligados ao Mosteiro da Santa Cruz, bem como para meditações do Santo Rosário, estas especialmente ofertadas em duas versões diferentes a fim de cumprir os 15 minutos de meditação recomendados como via de perfeição por Nossa Senhora. COMPRAR Sinopse Fruto de parceria com as Edições do Mosteiro da Santa Cruz, o Pequeno Manual de Orações é um compêndio muitíssimo útil de orações e meditações destinados ao uso diário dos fiéis ligados ao Mosteiro da Santa Cruz, bem como para meditações do Santo Rosário, estas especialmente ofertadas em duas versões diferentes a fim de cumprir os 15 minutos de meditação recomendados como via de perfeição por Nossa Senhora. Características Título original Pequeno Manual de Orações Selo editorial Triregnum - Edições do Mosteiro da Santa Cruz Acabamento Brochura Tipo de papel Pólen Natural - 80g Laminação da capa Fosco Páginas 107 pgs. Tamanho 11 x 17 cm ISBN 978-65-84894-11-2
- Santo Antônio de Maria Claret | Editora Triregnum
Santo Antônio de Maria Claret Santo Antônio Maria Claret (1807 - 1870) Vida: Santo Antônio Maria Claret nasceu em Sallent, Catalunha, Espanha, em 23 de dezembro de 1807. Desde jovem, ele manifestou uma profunda devoção religiosa e uma inclinação para a vida sacerdotal. Em 1835, foi ordenado sacerdote e começou sua missão pastoral. Obra: Santo Antônio Claret destacou-se como missionário, escritor e fundador. Em 1849, fundou a Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado de Maria (Claretianos) com o objetivo de realizar missões populares e promover a devoção mariana. Ele também fundou a Congregação das Religiosas de Maria Imaculada (Claretianas) para promover a educação e a formação cristã. Como escritor, Santo Antônio Maria Claret produziu uma vasta obra, incluindo escritos pastorais, teológicos e ascéticos. Sua autobiografia, "Vida do Venerável Antônio Maria Claret", é uma fonte importante para compreender sua vida e espiritualidade. Fama e Legado: Santo Antônio Maria Claret é conhecido por sua dedicação à evangelização e à promoção da devoção mariana. Como Arcebispo de Santiago de Cuba, trabalhou incansavelmente para melhorar as condições sociais e espirituais dos habitantes da região. Suas missões populares e pregações foram marcadas pelo zelo e pela busca constante da conversão e santificação. Foi canonizado em 1950. Santo Antônio Maria Claret é reconhecido como padroeiro dos tecelões, dos operários de serraria e de todos aqueles dedicados à pregação e evangelização.
- Gustavo Barroso | Editora Triregnum
Gustavo Barroso Gustavo Barroso (1888 - 1959) Vida: Gustavo Barroso nasceu em Fortaleza, Ceará, Brasil, em 29 de dezembro de 1888. Foi um escritor, político, museólogo, folclorista e historiador brasileiro. Ingressou cedo na carreira literária, destacando-se como membro da Academia Brasileira de Letras por sua mais de centena de publicações. Obra: Barroso foi um autor prolífico, escrevendo romances, ensaios, poesias e peças teatrais. Suas obras abordavam temas variados, incluindo a história do Brasil, a política, a cultura e questões sociais. Entre suas obras mais conhecidas estão "Brasil, Colônia de Banqueiros" e "Terra de Sol". Além de sua produção literária, Barroso também teve uma carreira política ativa. Filiou-se ao Partido Integralista, um movimento político brasileiro do século XX, onde exerceu papel de destaque junto a Plínio Salgado e Miguel Reale. Fama e Legado: Gustavo Barroso ficou conhecido por suas contribuições significativas para a literatura brasileira e por seu envolvimento na política. No entanto, sua associação com o integralismo talvez seja a que tenha lhe granjeado mais fama, especialmente após o Estado Novo (1937-1945), quando o governo Vargas reprimiu movimentos políticos não alinhados. Ele faleceu em 3 de dezembro de 1959, deixando um portentoso legado literário, que o transformou em um dos maiores literatos da história do Brasil.
- D. Geraldo de Proença Sigaud | Editora Triregnum
D. Geraldo de Proença Sigaud Geraldo de Proença Sigaud (1911 - 1999) Vida: D. Geraldo de Proença Sigaud nasceu em 21 de agosto de 1911, em Valença, Rio de Janeiro, Brasil. Ele foi um destacado prelado católico, tendo se dedicado à vida sacerdotal e ao serviço à Igreja Católica. Obra: Sigaud ingressou na Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos) e foi ordenado sacerdote em 1936. Sua trajetória sacerdotal incluiu atividades pastorais, educacionais e administrativas. Destacou-se como professor e tutor na formação de jovens religiosos. No contexto católico brasileiro, D. Geraldo de Proença Sigaud teve uma atuação significativa como bispo. Foi nomeado Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro em 1955 e, posteriormente, Bispo de Jacarezinho, no Paraná, em 1957. Sua dedicação à ortodoxia católica e sua postura conservadora o destacaram como uma figura proeminente no tradicionalismo, especialmente por ter sido membro do Coetus Internationalis Patrum. Fama e Legado: Geraldo de Proença Sigaud ganhou notoriedade por sua firmeza em questões doutrinárias e morais. Ele foi uma figura proeminente durante o Concílio Vaticano II (1962-1965), onde expressou preocupações em relação às mudanças propostas na liturgia e na doutrina. Essa postura o colocou em uma posição de destaque no cenário eclesiástico, especialmente entre aqueles que compartilhavam suas preocupações, como D. Marcel Lefebvre e D. Castro Mayer. Faleceu em 17 de fevereiro de 1999, deixando um legado marcado por sua defesa da ortodoxia católica e sua contribuição para o entendimento da fé no contexto brasileiro.
- O Lírio de Santa Cruz | Triregnum
Conheça antecipadamente o lançamento comemorativo dos dez anos de fundação da Editora Triregnum, a biografia da formosa e piedosa brasileira Zélia Magalhães (1857 - 1919). A flor de piedade do Brasil Jerônimo Magalhães (1851 – 1909) e Zélia Magalhães (1857 - 1919), o primeiro nascido em Magé e a segunda em Niterói, constituíram um casal católico da raríssima santidade, notavelmente dignos de pertencer à miríade dos heróis da fé em terras brasileiras. Em sua vida temos a felicidade de contemplar a universalidade da Santa Igreja: várias passagens de sua família entrelaçam personagens como S.S. Leão XIII, D. Vital Maria, Cardeal Arcoverde, D. Silvério, Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica), a Princesa Isabel, dentre inúmeros outros. Após inúmeras décadas de sua última edição, comemorando seus 10 anos de fundação, a Editora Triregnum relança a biografia de Zélia, escrita pelo seu filho, Rev. Pe. Fernando Pedreira de Castro. SAIBA MAIS A BOA DOUTRINA OS UNIU EM MATRIMÔNIO Âncora 1 O pai de Zélia, viador da Coroa (conselheiro do Imperador), chamado Comendador João Pedreira do Couto Ferraz, esteve presente por força de ofício ao julgamento infame do prelado D. Vital Maria. Diante do Imperador e de inumeráveis maçons, ajoelhou-se e beijou o anel do bispo. E percebendo o banco dos réus colocado a fim de rebaixar a dignidade de D. Vital, impaciente retira o banco e oferece sua própria poltrona para o injustiçado bispo. Rompem, ao fundo da cena, aplausos de simpatizantes e reclames de maçons. Era o ano de 1875. Nesta cena estava o jovem Dr. Jerônimo de Castro Abreu Magalhães, engenheiro recém-formado, de família de ilibada religião. Edificado pela atitude corajosa do Comendador, desejou junto a sua família prestar sincera homenagem com uma visita ao herói da honra católica. Visita realizada, nesta ocasião quem notará a presença do jovem doutor é a Sra. Elisa de Bulhões Pedreira, mãe de Zélia, que plenamente ciente tanto da idade núbil da filha como de sua vocação, espirituosa comenta as virtudes do Dr. Jerônimo: - Um assim é que eu desejava para minha Zélia! Os céus atenderam o sincero desejo da mãe de Zélia e, decorridas novas visitas e trocas de relíquias entre as famílias, estabelece-se o noivado e casamento de Jerônimo e Zélia. Casamento ornado de flores de santidade do começo ao fim, a profecia de Nhá Chica, feita pouco antes do namoro de Zélia em resposta à indagação do Sr. Pedreira, se realizará à risca: - "Esta vai se casar, terá muitos filhos, mas no fim será toda de Nosso Senhor". DESCUBRA MAIS Âncora 2 Celeiro de vocações Foram treze filhos, com nove deles sobrevivendo à idade infantil. Zélia, correspondendo à sua sólida educação, os catequizou e cuidou com zelo exemplar de sua educação católica. Os três filhos foram religiosos: um lazarista, outro franciscano e outro jesuíta. Das seis filhas, duas ingressaram no Instituto Bom Pastor e quatro tornaram-se Dorotéias. O pendor natural pela vida religiosa, jamais forçada pela mãe, foi reflexo do "céu na terra" que foi a Fazenda de Santa Fé , núcleo de civilização criado pela Família Magalhães no seio do Rio de Janeiro. Jerônimo orgulhava-se, como o faria um bom cristão, de que na sua fazenda não se cometia um só pecado mortal. A vigilância era constante, assim como o era também a excelsa caridade dos patrões: Zélia patrocinava casamentos, separava rigorosamente funcionários homens e mulheres (ex-escravos libertos muito antes da Lei Áurea pelo casal), lecionava catecismo pessoalmente às crianças da fazenda, promovia missões, animava profundamente a paróquia. Foi ativa propagadora do Apostolado da Oração e das Missões Franciscanas , protagonizando nos arredores da Fazenda Santa Fé eventos históricos. Seus filhos foram pródigos em santidade e inteligência. A título de exemplo, o Rev. Pe. Fernando foi autor de inúmeras obras, dentre as quais uma afamada biografia de D. Vital Maria, além deste livro ora apresentado; por outro lado, o franciscano Frei João José Pedreira de Castro foi o tradutor da Bíblia Ave-Maria na década de 1950, trabalhando arduamente em favor da difusão da tradução das Sagradas Escrituras conforme solicitação de S.S. Pio XII, assim como seu outro filho Jerônimo Pedreira dará a lume os volumes referentes à biografia de Zélia bem como inúmeras outras biografias de escol. Após a morte de Jerônimo (falecido, conforme seu confessor, sem um pecado venial e como verdadeiro justo, acreditando este ter sido envenenado pela Maçonaria) e uma vez dispensados os cuidados finais ao pai viúvo, Zélia, não sem alguma hesitação dos filhos, ingressa em idade avançada à Congregação das Sacramentinas, onde poderá dedicar seus anos finais à adoração de Nosso Senhor. E lá, mergulhada em êxtases, falece com vivos sinais de santidade. Não tenha dúvidas: estamos diante da família Martin do Brasil, tamanha a semelhança entre a piedosa conduta e espiritualidade de Zélia Magalhães e Zélia Guérin. O QUE DIZEM DE ZÉLIA? Âncora 3 Meu caro Padre [Jerônimo], se V. R. teve alguma hesitação em dar a público a biografia de sua santa Mãe, penso que deve ficar tranquilo, diante da impressão que o seu trabalho causou, e do bem que há de ter feito por força a quem o leu. Penso mesmo que as circunstâncias que se juntaram na vida de D. Zélia foram tão extraordinárias, tão edificantes, que exigiam a sua divulgação para glória de Deus e proveito das almas. D. Otávio, Bispo de Pouso Alegre, 12 de janeiro de 1923 na segunda biografia de Zélia e Jerônimo, citando os méritos da história da Sra. Magalhães. Nos transportes de uma verdadeira edificação pela leitura que faço constantemente da mimosa e escolhida biografia da Irmã Maria do SSmo. Sacramento, que expirou em cheiro de santidade, em terras de Santa Cruz, é que escrevo a V. Revma. agradecendo a preciosa oferta, que me fez, de tão magnífico livro, que eu desejara vêr andar de mãos em mãos das famílias brasileiras, onde lerão o exemplo de virtudes de uma Mãe cristã sumamente feliz, no nosso querido País. Cheio de júbilo lhe dou a minha sincera adesão, que vai acompanhada de uma benção afetuosa. D. José Tomás Gomes da Silva, Bispo de Aracaju. Aracaju, 05 de janeiro de 1923, na segunda biografia de Zélia e Jerônimo, citando os méritos da história da Sra. Magalhães. ESMERO NOS DETALHES Cuidamos com carinho para entregar uma obra condigna à grandeza de nossos heróis da Fé: Impressão em brochura em uma das gráficas mais qualificadas do país; Papel Pólen natural 80g, que garante legibilidade superior; 125 páginas, em formato leve, de bolso; Capa em cartão couché 300 gramas, com revestimento fosco, garantindo resistência mecânica e qualidade; Fonte Garamond Premier, criada especialmente para projetos requintados; Anexos fotográficos e epistolários; Preço justo e kits competitivos. GARANTIR MEU EXEMPLAR APROVEITE AGORA E CONHEÇA ESTA HISTÓRIA Âncora 4 Adquira 1 (um) exemplar + 1 (um) marcador de páginas. Frete fixo de R$ 9,90 Desconto exclusivo de +20% Desconto adicional de 4% no Pix de R$ 43,90 por R$ 34,90 COMPRAR COMPRA SEGURA VIA YAMPI x 1 PRESENTEIE SEU FAMILIAR OU AMIGO COM ESTE KIT! Adquira 2 (dois) exemplares + 2 (dois) marcadores de páginas + 2 (dois) Detêm-te. 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Conheça antecipadamente o lançamento comemorativo dos dez anos de fundação da Editora Triregnum, a biografia da formosa e piedosa brasileira Zélia Magalhães (1857 - 1919). A flor de piedade do Brasil Conheça antecipadamente o lançamento comemorativo dos dez anos de fundação da Editora Triregnum , a biografia da formosa e piedosa brasileira Zélia Magalhães (1857 - 1919). Escrita pelo jesuíta Pe. Fernando Pedreira de Castro, filho de Zélia e Jerônimo Magalhães, a obra consigna a beleza de um profundo cultor das letras, zelo proveniente da educação exemplar de sua família agregada ao conhecimento herdado da opulenta civilidade da família Magalhães. Nesta obra temos a essência de nossa Fé e brasilidade: a vida católica de uma notável e ainda tão desconhecida família, verdadeiro celeiro de santidade sediada na Fazenda de Santa Fé (Carmo - RJ). Mesclam-se nestes escritos a história do heroico bispo de Olinda D. Vital, do Cardeal Arcoverde, do prelado D. Silvério, de Francisca de Paula de Jesus e inúmeras outras grandes personalidades da nossa religião. Com o rigor da palavra, apresentamos aos leitores nossa legítima família Martin. Inscreva-se agora e receba informações e ofertas privilegiadas antes do lançamento oficial: Me avise Aguarde nosso retorno! Em breve te atualizaremos. 2014 - 2024 ® Editora Triregnum & Editora Suisse - CNPJ: 28.147.024/0001-97 Todos os direitos reservados mediante depósito legal.
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Anti-Revolução.png Anti-Revolução.png Anti-Revolução.png Anti-Revolução.png 1/4 ENVIE UMA ERRATA Anti-Revolução por S. E. R. Dom Geraldo de Proença Sigaud Carta pastoral de autoria de D. Geraldo de Proença Sigaud, é um dos raros e fundamentais documento do catolicismo emanado por um prelado brasileiro a respeito desta seita comunista, cuja condenação fulminante já havia sido dada por inúmeros pontífices da história recente. COMPRAR Sinopse Carta pastoral de autoria de D. Geraldo de Proença Sigaud, é um dos raros e fundamentais documento do catolicismo emanado por um prelado brasileiro a respeito desta seita comunista, cuja condenação fulminante já havia sido dada por inúmeros pontífices da história recente. No entanto, D. Proença, membro do Coetus Internationalis Patrum, vai além da condenação e insere neste carta recomendações práticas de combate ao Comunismo em um momento especial de nossa história, na década de 1960, quando o perigo comunista era evidenciado pelas organizações terroristas e pela infiltração política dentro do governo. No ano de 2022 tal documento renova sua importância e adquire novas tonalidades, quando esta imensa ameaça modifica suas nuances e age por diferentes formas para alcançar seu fim satânico, que é descristianizar o país. Características Título original Anti-Revolução Selo editorial Triregnum Acabamento Brochura Tipo de papel Pólen Natural - 80g Laminação da capa Fosco Páginas 175 pgs. Tamanho 11 x 17 cm ISBN 978-65-997824-3-5





