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A flor de piedade do Brasil

Jerônimo Magalhães (1851 – 1909) e Zélia Magalhães
(1857 - 1919), o primeiro nascido em Magé e a segunda em Niterói, constituíram um casal católico da raríssima santidade, notavelmente dignos de pertencer à miríade dos heróis da fé em terras brasileiras. 


Em sua vida temos a felicidade de contemplar a universalidade da Santa Igreja: várias passagens de sua família entrelaçam personagens como S.S. Leão XIII, D. Vital Maria, Cardeal Arcoverde, D. Silvério, Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica), a Princesa Isabel, dentre inúmeros outros.

Após inúmeras décadas de sua última edição, comemorando seus 10 anos de fundação, a Editora Triregnum relança a biografia de Zélia, escrita pelo seu filho, Rev. Pe. Fernando Pedreira de Castro.   

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A BOA DOUTRINA
OS UNIU EM MATRIMÔNIO

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Âncora 1

O pai de Zélia, viador da Coroa (conselheiro do Imperador),
chamado Comendador João Pedreira do Couto Ferraz, esteve presente
por força de ofício ao julgamento infame do prelado D. Vital Maria.
Diante do Imperador e de inumeráveis maçons, ajoelhou-se e beijou o anel do bispo. E percebendo o banco dos réus colocado a fim de rebaixar a dignidade de D. Vital, impaciente retira o banco e oferece sua  própria poltrona para o injustiçado bispo. Rompem, ao fundo da cena, aplausos de simpatizantes e reclames de maçons. Era o ano de 1875.

Nesta cena estava o jovem Dr. Jerônimo de Castro Abreu Magalhães, engenheiro recém-formado, de família de ilibada religião. Edificado pela atitude corajosa do Comendador, desejou junto a sua família prestar sincera homenagem com uma visita ao herói da honra católica.

Visita realizada, nesta ocasião quem notará a presença do jovem doutor é a Sra. Elisa de Bulhões Pedreira, mãe de Zélia, que plenamente ciente tanto da idade núbil da filha como de sua vocação, espirituosa comenta as virtudes do Dr. Jerônimo:

- Um assim é que eu desejava para minha Zélia!

Os céus atenderam o sincero desejo da mãe de Zélia e, decorridas novas visitas e trocas de relíquias entre as famílias, estabelece-se o noivado e casamento de Jerônimo e Zélia. Casamento ornado de flores de santidade do começo ao fim, a profecia de Nhá Chica, feita pouco antes do namoro de Zélia em resposta à indagação do Sr. Pedreira, se realizará à risca:

- "Esta vai se casar, terá muitos filhos, mas no fim será toda de Nosso Senhor".

Âncora 2

Celeiro de vocações

Foram treze filhos, com nove deles sobrevivendo à idade infantil. Zélia, correspondendo à sua sólida educação, os catequizou e cuidou com zelo exemplar de sua educação católica. Os três filhos foram religiosos: um lazarista, outro franciscano e outro jesuíta. Das seis filhas, quatro ingressaram no Instituto Bom Pastor e duas tornaram-se Dorotéias.

O pendor natural pela vida religiosa, jamais forçada pela mãe, foi reflexo do "céu na terra" que foi a Fazenda de Santa Fé, núcleo de civilização criado pela Família Magalhães no seio do Rio de Janeiro. Jerônimo orgulhava-se, como o faria um bom cristão, de que na sua fazenda não se cometia um só pecado mortal. A vigilância era constante, assim como o era também a excelsa caridade dos patrões: Zélia patrocinava casamentos, separava rigorosamente funcionários homens e mulheres (ex-escravos libertos com antecedência pelo casal), lecionava catecismo pessoalmente às crianças da fazenda, promovia missões, animava profundamente a paróquia. Foi ativa propagadora do Apostolado da Oração e das Missões Franciscanas, protagonizando nos arredores da Fazenda Santa Fé eventos históricos.

Seus filhos foram pródigos em santidade e inteligência. A título de exemplo, o Rev. Pe. Fernando foi autor de inúmeras obras, dentre as quais uma afamada biografia de D. Vital Maria, além deste livro ora apresentado; por outro lado, o franciscano Frei João José Pedreira de Castro foi o tradutor da Bíblia Ave-Maria na década de 1950, trabalhando arduamente em favor da difusão da tradução das Sagradas Escrituras conforme solicitação de S.S. Pio XII, assim como seu outro filho Jerônimo Pedreira dará a lume os volumes referentes à biografia de Zélia.

Após a morte de Jerônimo (falecido, conforme seu confessor, sem um pecado venial e como verdadeiro justo) e uma vez dispensados os cuidados finais ao pai viúvo, Zélia, não sem alguma hesitação dos filhos, ingressa em idade avançada à Congregação das Sacramentinas, onde poderá dedicar seus anos finais à adoração de Nosso Senhor. E lá, mergulhada em êxtases, falece com vivos sinais de santidade.

Não tenha dúvidas: estamos diante da família Martin do Brasil, tamanha a semelhança entre a piedosa conduta e espiritualidade de Zélia Magalhães e Zélia Guérin.

Âncora 3

Meu caro Padre [Jerônimo], se V. R. teve alguma hesitação em dar a público a biografia de sua santa Mãe, penso que deve ficar tranquilo, diante da impressão que o seu trabalho causou, e do bem que há de ter feito por força a quem o leu. Penso mesmo que as circunstâncias que se juntaram na vida de D. Zélia foram tão extraordinárias, tão edificantes, que exigiam a sua divulgação para glória de Deus e proveito das almas.

D. Otávio, Bispo de Pouso Alegre, 12 de janeiro de 1923
na segunda biografia de Zélia e Jerônimo, citando os méritos
da história da Sra. Magalhães.

Nos transportes de uma verdadeira edificação pela leitura que faço constantemente da mimosa e escolhida biografia da Irmã Maria do SSmo. Sacramento, que expirou em cheiro de santidade, em terras de Santa Cruz, é que escrevo a V. Revma. agradecendo a preciosa oferta, que me fez, de tão magnífico livro, que eu desejara vêr andar de mãos em mãos das famílias brasileiras, onde lerão o exemplo de virtudes de uma Mãe cristã sumamente feliz, no nosso querido País.
Cheio de júbilo lhe dou a minha sincera adesão, que vai acompanhada de uma benção afetuosa.


D. José Tomás Gomes da Silva, Bispo de Aracaju.
Aracaju, 05 de janeiro de 1923, na segunda biografia de Zélia e Jerônimo,
citando os méritos 
da história da Sra. Magalhães.

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